Vida Após a Morte


Você conhece a história sobre Mellen-Thomas Benedict?
 
         Ele é um artista americano que viveu uma experiência de quase-morte. Tinha câncer e estava desenganado; sabia e ia morrer.
Abaixo selecionei algumas partes da sua narrativa sobre a experiência que ele viveu, e vou comentar conforme a compreensão que adquiri ao longo da minha vida, e, também, com o auxílio de informações canalizadas de meus mentores.
Então vamos lá. (A partes em itálico são as narrativas de Mellen).
 
Então eu decidi que isto ficaria apenas entre eu e Deus. Na verdade eu nunca havia encarado Deus antes, nem lidado com Ele. Eu não tinha nenhuma espiritualidade na época, mas eu comecei uma jornada para aprender espiritualidade e curas alternativas. Eu li tudo o que pude e me agarrei ao assunto, porque eu não queria ter uma surpresa quando chegasse do outro lado. Comecei a ler sobre várias religiões e filosofias. Tudo era muito interessante e me deu uma esperança de que havia alguma coisa do outro lado.
 
Neste ponto é importante observar-se o seguinte: a nossa consciência é o ser que capta, interpreta e transforma a informação. Em seguida essa informação, dependendo da sua importância para cada um, é armazenada na mente como conhecimento, para ser usado daí por diante.
Imaginando que esse conhecimento seja importante, dependendo da constância na sua utilização, ele estará disponível na mente subconsciente. Caso não seja utilizado, soma-se ao conteúdo do inconsciente, e lá permanece. Até ser substituído por algum outro que lhe supere o entendimento, ou seja, quando alguma outra informação adquirida tem um valor superior, e assim, permite uma nova compreensão sobre o fato.
Caso a nova informação seja totalmente absorvida e elimine, ou transmute, completamente a interpretação anterior – tudo bem. Mas, caso a nova informação não seja capaz de fazer isso, então forma-se o grande problema humano – o conflito interno.
Portanto, são nossas crenças que formam a nossa história, nossas visões, interpretações, sensações, pensamentos, sentimentos e emoções; e, consequentemente nossa realidade.
Continuando a narrativa do autor.
 
Eu me lembro de acordar um dia em casa por volta das 4:30 da manhã, sabendo que estava acabado. Este era o dia em que eu ia morrer...
Eu voltei a dormir. A próxima coisa que eu lembro é o começo de uma típica experiência quase-morte.
Subitamente eu estava totalmente consciente e de pé, mas meu corpo estava na cama. Tinha uma escuridão a minha volta. A experiência de estar fora do corpo foi mais vívida do que as experiências ordinárias. Foi tão vívida que eu podia ver cada cômoda da casa, eu podia ver o topo da casa, eu podia ver em volta da casa, eu podia ver em baixo da casa.
Tinha uma luz brilhando. Eu me virei para ela. A luz era muito similar com o que muitas outras pessoas haviam descrito nas suas experiências quase-morte.(!) A Luz é magnífica. É tangível; você pode senti-la. É atraente; você quer ir para ela da mesma forma como você iria para os braços da sua mãe ou do seu pai ideal.
 
Observem como a informação adquirida se faz presente na interpretação.
 
Na medida em que eu fui me movendo para a luz, eu senti intuitivamente que se eu fosse até lá eu estaria morto.
Então na medida em que eu ia me movendo para a luz eu disse, "Por favor, espere um pouco, espere um segundo. Eu quero refletir sobre isto; eu gostaria de conversar com você antes de ir".
Para a minha surpresa, toda a experiência parou naquele ponto. Você está sim no controle de sua experiência quase-morte. Isto não é como um passeio na montanha-russa. Então meu pedido foi honrado e eu tive algumas conversas com a luz.
A luz estava sempre se transformando em figuras como Jesus, Buda, Krishna, mandalas imagens arquetípicas e simbólicas.
 
Mais uma vez os arquétipos condicionados.
 
Eu perguntei a ela, "o que está acontecendo aqui? Por favor, luz, esclareça-me. Eu realmente quero saber a verdade sobre esta situação".
Eu não tenho palavras exatas para dizer, porque foi um tipo de telepatia. A luz respondeu. A informação que foi transferida a mim foi que as suas crenças dão forma ao tipo de feedback que você obtém diante da luz. Se você for Budista ou Católico ou Fundamentalista, você terá um feedback relacionado com o que você acredita. Você tem uma chance de olhar e examinar as coisas, mas a maioria das pessoas não fazem isso.
 
Bem, neste ponto a narrativa do autor confirma o que eu disse anteriormente. A informação que se transforma num conhecimento passa a fazer parte das crenças condicionantes. E, serão elas que moverão, daí por diante o comportamento de cada um.
Não há nada de errado nisso, quando as crenças são positivas, mas, infelizmente, o contrário é o drama que controla a vida de quase toda a humanidade; tanto encarnada quanto desencarnada.
E agora? O que fazer para resolver essa situação que faz parte da vida de todos?
Bem, vamos analisar melhor a situação.
Então, o que o autor narra, é mentira? Não, de forma alguma. É a mais pura realidade – para ele. E para muitos, pois isso já faz parte das idéias presentes no inconsciente coletivo. Fazem parte das crenças sobre a vida como um Todo, tanto física, quanto não física.
Mas, e quanto àqueles que não acreditam na vida com essa interpretação? Da mesma maneira, como os que têm crenças positivas, vivem realizações positivas, os que têm crenças negativas viverão realizações negativas.
O que cria a realidade é a crença.
Então, que fazer para resolver a situação que faz parte da vida de todos? Mudar as crenças é a resposta.
E como mudar as crenças? Construindo novos conhecimentos, através de informações que permitam transmutar velhas e ultrapassadas crenças.
Querer viver na Luz, beber da Luz, se alimentar de Luz é o desejo de muitos. Mas, é indispensável entender que Luz significa conhecimento.   Então, só através da informação adequada, transformada em conhecimento que supere as crenças limitantes, é que será possível transmutar os sentimentos relativos a dificuldades, problemas, conflitos, estresse, doença, etc., que estão ainda presente no inconsciente da maioria das pessoas.
É preciso um grande, dedicado e ininterrupto trabalho consigo mesmo. Não existe outra maneira de se conseguir esta mudança tão desejada por todos.
Quando se diz que alguém alcançou a “iluminação”, está-se na verdade dizendo que essa pessoa adquiriu uma profunda sabedoria sobre a Essência da Vida.
Mas, porque a vida é assim tão complicada?
Esse é assunto para uma próxima ocasião.
 
Fiquem em Paz. 
 
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Terapia Porque?




Em situações de crise o estresse torna-se a principal causa de transtornos emocionais. O estresse emocional hoje é o grande vilão da sociedade e pode interferir diretamente no comportamento, nas relações, atividades e seus resultados no cotidiano de cada um.
Nestes casos as pessoas buscam de forma ilusória, compensações variadas. Algumas passam a comer além do necessário e adequado, o que trará ainda mais problemas. Outras compram de forma impensada, o que também produzirá agravamento de uma possível dificuldade financeira. E existem aquelas que se iludem, quando buscam melhorar a auto-estima e a auto-confiança, através das clínicas de estética e academias de ginástica, como forma de enfrentar os seus fantasmas
No entanto, a opção que certamente é a que melhores benefícios reais pode proporcionar não é considerada - a Terapia - em suas variadas especialidades. E isso se deve ao fato dessas pessoas não reconhecerem a sua eficácia, muitas vezes pelo descrédito formado pela atuação de pessoas sem o efetivo preparo, o que contribui para prejudicar o trabalho sério e competente.
Alem disso, muitas consideram a atividade terapêutica algo que deprecia sua condição de “normalidade”. Consideram que Terapia é para “doentes” ou “loucos”, sem saber que loucos não fazem terapia – a maioria deles está internada, vivendo ou vegetando sob o efeito de altas doses de medicamentos.
Terapia, palavra grega (therapeutés) que significa “servir a Deus”, é a busca que as pessoas plenamente saudáveis fazem quando reconhecem que algo em suas vidas não funciona conforme o desejado. É uma das atividades mais antigas da humanidade, cujos principais exemplos foram os “essênios” há mais de dois mil anos atrás. Esse trabalho se resume em identificar as causas que estão por trás do sintoma.
Angústia, insônia, irritação, depressão, ansiedade, dificuldades no relacionamento, dificuldades profissionais, dificuldades para ganhar ou manter dinheiro, são algumas das situações mais freqüentes que levam ao estresse emocional. Esses problemas externos são formados porque todas as pessoas possuem gravações mentais inconscientes que provocam essas situações gerando dificuldades, sejam elas no âmbito social, profissional, afetivo ou familiar.
É um grande engano pensar que a Terapia não produz efeito externo, inclusive sobre o corpo. O externo é resultado direto do interno. O corpo não funciona sem que o Eu lhe dê vida, e o Eu é o responsável pela saúde e pela doença, pela felicidade e pela infelicidade, pelo sucesso e pelo fracasso. O Eu é quem comanda a vida, suas crenças, conflitos, atitudes e resultados. Mas, esse Eu não é o corpo!

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