Evolução



Evolução é um processo que visa desenvolver a consciência do eu, até transformar-se no  verdadeiro EU.
            O EU é A Fonte de Tudo e é a única coisa que evolui, através de cada eu.
            Nada passa por um processo evolucionário individual ou sem benefício direto para o Todo.


A CREAÇÃO

            Acredita-se que a Terra se formou há 4,6 bilhões de anos. Nos primeiros 150 milhões de anos, ela começou a resfriar e liberar gases na litosfera que criaram as formas mais antigas da atmosfera terrestre.
          Antes da criação desta atmosfera, a radiação ultravioleta do Sol criava uma condição inabitável mas à medida que a Terra foi se resfriando a água se condensou na atmosfera e o oxigênio se acumulou, viabilizando compostos orgânicos. Isso produziu organismos unicelulares e depois vegetais.
         Através dos tempos, a corrente evolucionária foi adiante. E então chegamos a uma espécie que não parece se adequar tão bem quanto as outras.
          O período de gestação de 9 meses do homo sapiens reproduz os 3.8 bilhões de anos de evolução de toda a vida na Terra.
            O embrião humano repete a evolução de todas as espécies.
           Quando o espermatozoide e o óvulo se unem, essa nova criação é um organismo unicelular. Em horas, essa célula se multiplica mais rápido do que qualquer outra espécie. Quatro semanas depois, o embrião começa a desenvolver guelras, como na vida aquática. Em poucas semanas, ele desenvolve pulmões e uma cauda com aparência reptiliana. Daí em diante, reconhece-se um mamífero, e em seguida uma forma primata. Ele então completa essa lacuna, com a pele embrionária e finalmente apresenta as características de uma criança humana.
            O corpo humano é uma comunidade de cerca de 50 trilhões de células. Tudo que o corpo faz, a célula também faz. Células têm sistemas respiratórios e excretores, elas se alimentam, sentem, pensam e se comunicam com outras células. Trilhões de células formam um único organismo chamado corpo humano e bilhões de corpos humanos ajudam a formar o organismo que chamamos de Terra.
            A Terra tem mais semelhanças com o corpo humano do que você pode imaginar. A Terra tem sua própria geração eletromagnética igual ao corpo humano.
          Pesquisas revelaram que uma corrente elétrica direta flui pelas células perineurais encontradas ao redor de cada nervo no corpo. Esses caminhos são chamados de meridianos de energia e vêm sendo usados na prática de acupuntura por pelo menos 2 mil anos. Mais anterior ainda é a noção das linhas do dragão ou linhas ley nas quais muitas estruturas megalíticas e monumentos de pedra foram erguidos, marcando os meridianos energéticos da Terra. Esses meridianos energéticos são gerados pelas frequências ressonantes da Terra chamadas de Ressonância Schumann. Cada corpo planetário tem sua própria ressonância, que é determinada por sua circunferência e diâmetro assim como pela velocidade de órbita e rotação.
        A frequência de ressonância da Terra começa em 7.83 Hz e termina na sétima harmônica, em 43.2 Hz, relacionado-se com os 7 chakras.
            Por fim, a maior descoberta de nossa Terra é a sua consciência. Um atributo visível da consciência é o campo energético que rege o formato dos organismos. Morfogênese é um termo científico para explicar essa formatação de tecidos, órgãos e organismos completos. A consciência é a força criativa de todo o universo. Ela recebeu muitos nomes, como Deus, Javé, Krishna, Natureza, O Campo, a Divindade. Na verdade, todo o universo é um único organismo vivo e consciente completamente ciente de si. O motivo porque isso parece difícil de entender é o nosso conhecimento, tipicamente limitado pela nossa linguagem.
            Quando ouvimos o termo ‘organismo consciente’ tendemos a antropomorfizar essa definição, dando-lhe qualidades humanas, e erroneamente ignoramos o que um organismo é, em primeiro lugar.
            A definição de Organismo é: qualquer coisa viva capaz de responder a estímulos, reprodução, crescimento e desenvolvimento, e manutenção de homeostase como um todo estável.
            Nosso universo faz tudo isso.
            A consciência de nosso universo é responsável pela forma e pelo propósito que toda a matéria adquire.  As frequências ressonantes da Terra são um resultado de sua forma. Essas frequências são responsáveis por ritmos biológicos como o ciclo menstrual e o circadiano, assim como padrões emocionais e de comportamento. As frequências são absorvidas pela flora e pela fauna que são instrumentos biológicos que respondem aos padrões de ondas. Os padrões de ondas ressoam na estrutura craniana de nossa cabeça e convergem para o centro de nosso cérebro, que é onde encontramos a glândula pineal.
            Muitas culturas acreditam que a glândula pineal seja o terceiro olho espiritual, responsável pela intuição. Descartes a chamou de “centro da alma”, onde corpo e mente se encontram.
            Cada célula no nosso corpo recebe um impulso eletromagnético de nosso sistema nervoso central. Elas recebem o mesmo impulso que foi disseminado para cada instrumento biológico da Terra.
            Uma explicação para nosso universo consciente já foi tentada pela religião, pela ciência e pela filosofia.
            A negação da natureza biológica de qualquer organismo causa doenças… O divórcio da natureza, a queda do Éden, a confusão de idiomas, são todos sintomas, não de um deus ou deidades bíblicas mas do verdadeiro EU.
            A maior e única ameaça para nós é a perda do EU, a morte de nossa divindade.
            Enquanto atravessamos a história com um oceano de informações e somente uma gota de sabedoria, precisamos entender como perdemos nosso EU.


MITOS

            Em textos sagrados e escrituras antigas deixadas por nossos ancestrais encontramos uma ligação incrível entre história da Criação, um grande Dilúvio, a Guerra dos Deuses, o Messias morrendo pelos pecados do homem, profecias do fim dos tempos e elementos similares.
            Essas correlações aparecem em mitos de culturas que supostamente não têm contato umas com as outras devido à distância geográfica e histórica.
            Um elo comum encontrado que conecta toda a mitologia tem suas raízes nos astros.
            Uma das narrações mais reveladoras é a da batalha dos deuses no céu e da inundação que a seguiu.
            Na Bíblia, Lúcifer enfrentou o Senhor, foi vencido e lançado à Terra.
            No mito de criação dos Enuma Elish, encontramos uma história similar de Tiamat vencido por Marduk e lançado ao abismo de Absu e o caos, Tiamat, a mãe de ambos.
            As águas de Absu e Tiamat se misturaram, significando que as águas caóticas de Tiamat estavam de alguma forma misturadas à água doce de Absu.
            Absu era o deus sumério-acadiano do abismo sob a Terra.
            Tiamat, também conhecido como Lúcifer, era conhecido como uma serpente ou dragão e foi derrotado por Marduk.
            Marduk era o pai de Nibo, ou Mercúrio, e Mercúrio é o mesmo personagem mitológico que o Mitras do Zoroastrismo, o Hermes egípcio Anubis, e o Hermes Christos.
            Entretanto, a versão mais recente de Mercúrio é o Arcanjo Miguel na Bíblia, que venceu Lúcifer e o mandou para o abismo da Terra, ou o Inferno.
            Essa história está repleta de significados astrológicos na Bíblia e em muitas outras escrituras antigas. Isso leva a um evento histórico que é registrado por muitos pesquisadores, a respeito de uma revolta cósmica e um dilúvio histórico.
            William Comyns Beaumont afirma: “a inundação, imortaliza a colisão de um planeta caído, posteriormente chamado de Satã com a nossa Terra, mas na verdade foi um cometa”.
            Considere o que isso revela.
            Ele postula que um planeta, posteriormente chamado de ‘Satã’ caiu na Terra, criando a inundação que vemos registrada na Bíblia e em outros mitos.
            Lúcifer, ou Tiamat era um planeta, conhecido nas culturas antigas como “O Brilhante”  o dragão das águas salgadas e caóticas.
            A luz do sol iluminava a água desse planeta o que lhe dava um brilho que competia com o do próprio sol, ou seja, o que ouvimos sobre Lúcifer enfrentando o Senhor.
            O Senhor nesse caso era o Sol, que sustenta e aquece a Terra.
            O planeta Tiamat, ou Lúcifer, foi destruído por um evento cataclísmico que atirou o planeta aquoso ao abismo da Terra.
            No livro de Enoque, isso é revelado: “e veja, uma estrela caiu do céu… e quando ela caiu na Terra eu vi como a Terra foi engolida por um grande abismo”.
            O mito dos índios Ute narra: “o sol foi partido em milhares de fragmentos, que caíram na Terra causando um incêndio geral. Então, TA-WATS partiu antes da destruição que havia causado, e assim que ele partiu, a Terra em chamas consumiu seus pés, pernas, tronco, mãos e braços... até que por fim, engolido pelo calor, o "sim" do deus irrompeu e lágrimas se converteram em uma inundação que cobriu toda a Terra, apagando o fogo”.
            O mito se parece com a tradução dos Enuma Elish por Stephanie Dalley em seu livro “Mitos da Mesopotâmia”, que explica que os olhos de Tiamat tornaram-se a fonte dos rios Tigre e Eufrates.
            Como escrito no livro das Revelações: “e houve uma guerra no céu. Miguel e seus anjos lutaram contra o dragão, e o dragão e seus anjos resistiram. O grande dragão foi lançado para baixo, a antiga serpente que chamamos de diabo, ou Satã, que desviou o mundo todo de seu caminho. Ele foi lançado à Terra.”
            A mitologia romana de Oved conta a história de Faeton, que é outro nome dado ao planeta de água Lúcifer, ou Tiamat. Essa história revela que Faeton era um filho do Sol que desejava ser o sol por um dia. Faeton tentou tal feito e ao final Jove, que também é conhecido como Marduk, destruiu Faeton lançando-o contra a Terra em chamas, que foram apagadas por uma grande inundação de um rio nunca visto antes.
            O tema comum que notamos aqui é que um planeta de água salgada “O Grande Dragão”, “Lúcifer”, “Tiamat”, “Faeton” foi derrotado e caiu na Terra e agora vive nas profundezas, conhecidas como Inferno, dando-nos o resumo da história de Lúcifer levantando-se contra o Senhor e sendo derrotado e banido para reger o submundo.  Porém, como sabemos, um resumo é apenas a superfície de uma história. O significado interno, o espírito do mito vem com um entendimento mais profundo da essência de cada planeta. Não apenas o planeta físico, mas o núcleo consciente, pois agora sabemos que as proporções e a velocidade de um planeta lhes dão suas frequências características que governam padrões biológicos e comportamentais. Esses planetas refletem a psicologia arquetípica do homem.
            Na antiguidade, provavelmente o campo de estudo mais importante era o estudo dos céus. Corpos celestes e seu movimento pelo céu eram tidos como símbolo das faculdades interiores da consciência humana, e de todos os organismos.
            Nossa ciência desatualizada só explicou o mundo físico capturado por nossos cinco sentidos. É somente em religiões esotéricas, misticismo, e em campos quânticos da ciência que encontramos qualquer tentativa de explicar onde pensamentos e emoções cabem nesse mundo de percepções sensoriais. Agora também entendemos que a Humanidade é uma comunidade de células no organismo da Terra. A Terra portanto é um organismo superior que molda nossas formas e funções. Esse organismo superior, e todos os outros corpos planetários são regidos pela Consciência, assim como nós, indivíduos humanos. Portanto, a crença newtoniana de que corpos celestes não são nada além de formas sem vida flutuando no espaço, equivale à afirmação de que nós, humanos, somos apenas um composto de elementos em movimento.
            Sabemos que isso é falso porque sentimos, pensamos, e mais além, vemos o resultado de nossa consciência criando o que chamamos de “Vida”.
            Platão escreveu: …esse mundo é realmente uma vida dotada de uma alma e de inteligência... uma única entidade viva contendo todas as outras entidades vivas, que por sua natureza estão todas relacionadas. Além disso, o cosmos é uma única Criatura Viva que contém em si todas as criaturas vivas.
            Em um artigo do Jornal Sufi, o autor escreve: “o mundo é um ser vivo espiritual. Isso era compreendido pelos filósofos antigos e pelos alquimistas que se referiam à essência espiritual do mundo como a anima mundi, a ‘Alma do Mundo’.
            Em escrituras, ouvimos a afirmação de que anjos regem a alma nos atos das pessoas ou que os deuses exercem influência sobre o homem. Ensinamentos espirituais e científicos mais antigos possuíam uma visão de que as hierarquias dos deuses: Anjos, Arcanjos, Arcos, até os Querubins e Serafins são as hierarquias dentro da psique humana.
Desse modo, devemos compreender que quando a maior parte dos mitos antigos e escrituras sagradas falavam de influência espiritual de um ser superior elas estavam falando de forças arquetípicas que nos são inerentes, e não uma influência de uma fonte externa.
            Aqui é onde começamos a ver a relevância da Astrologia como uma forma antiga de ciência que ressurgiu nos séculos 19 e 20 sob o nome de psicologia. Friedrich Nietzsche até declarou: “enquanto você perceber as estrelas como algo acima de você, você não terá uma visão ampla do conhecimento”.
            Isso é a Astro-Psicologia, que mapeia as faculdades interiores da psique.
            Na era pré-cristã, haviam escolas hoje conhecidas como ‘escolas dos mistérios’ ou as ‘religiões dos mistérios’. As mensagens codificadas nas escrituras e na arqueologia antiga vieram de iniciados da ciência espiritual. A intenção era ensinar aos iniciados o significado mais profundo desses mitos. O que posteriormente se chamou de Lúcifer, Satã ou Diabo era a representação do Ego, que rivaliza com o Senhor, a representação do EU.
            O verdadeiro EU é o epicentro de todo o ser de uma pessoa. É a soma de tudo que somos.
            O falso ego, por outro lado, é a ideia e o conceito que criamos sobre nós mesmo ao longo da vida, que tipicamente exclui quaisquer características que não queremos aceitar como nossas.
            Porém, a Humanidade foi dotada da liberdade de escolher entre obedecer o verdadeiro EU ou render-se à tentação da vaidade e do materialismo do falso eu - ego.
            Esse é o traço mais notável que separa o homem do animal, nosso livre-arbítrio. A escolha de seguir nossos conceitos e ideais ou nossos impulsos naturais. A escolha de preservar a natureza, ou destruí-la. Essa liberdade de escolha tem peso no destino de todo o organismo que chamamos de humanidade.
            Um câncer começa com um grupo de células em uma comunidade que falha ao se comunicar com o sinal consciente do organismo. Essas células começam a crescer sem controle e a se espalhar para outras áreas do organismo.
            Essa mesma doença é evidente no nosso mundo de hoje.
            O câncer sobre a nossa Terra é a dominação de nosso falso ego e nosso distanciamento da natureza. Coletivamente, entre todos os humanos, o câncer sobre a Terra é a dominação de nosso falso ego e a separação da natureza. Coletivamente, entre todos os humanos, a vaidade leva à segregação e à competição. A competição leva ao medo e à ganância. A ganância leva à mentira e à imoralidade. E a imoralidade é um solo fértil para doenças, promovendo guerras em nossa Terra.
            Cada ato de ódio e destruição em nosso mundo começa com auto-ódio e autodestrutividade. E tudo isso começa com uma falha de comunicação.


LOGOS

            Na natureza, tudo que percebemos com nossos cinco sentidos é resultado de dois princípios fundamentais.
            Tudo que existe é feito a partir de uma relação entre vibração e matéria.
            Vibração é a força criativa masculina aplicada à matéria, que é uma força receptiva feminina. Assim começa o princípio da dualidade.
Vemos essa dualidade em filosofias e mitos antigos, mas essas filosofias e escrituras foram distorcidas e privadas de seu significado original dando a impressão de que uma polaridade era boa enquanto a outra era má.
            Os sábios, iniciados e xamãs originais ensinavam que ambas eram necessárias e uma não existiria sem a outra. Esses dois princípios importantes se unem para formar todas as coisas no universo.
            Isso é Cimática.
            Mesmo a linguagem, Logos, a comunicação de todas e quaisquer coisas na natureza depende desse princípio.
            Pete Petterson, em sua obra “Cimática – A Ciência do Futuro”, afirma que a natureza exibe exemplos da Cimática em tudo. Descobriu-se que esse fenômeno é uma das forças primárias que move a evolução biológica ao longo de seu caminho.
            Dan Winter reproduziu um experimento para provar que línguas antigas  como hebraico e sânscrito, quando faladas, criam uma frequência vibratória que move a matéria para padrões geométricos sagrados.
            Hebraico, sânscrito, aramaico e o árabe e outros dialetos mais antigos tem raízes mais antigas em uma aparente linguagem gaélica e possivelmente uma origem ainda mais ancestral.
            Em “A Ciência do Mantra”, de Swami Murugesu, ele afirma que quando uma pessoa entoa uma certa palavra em sânscrito enquanto a chama de uma vela é filmada, a intensidade e a cor da chama mudam devido à frequência que a palavra emitiria.
            Demonstrou-se que essa mesma ciência pode reduzir e elevar a pressão sanguínea, e em suas próprias palavras: “certos sons podem afetar nossa circulação e sistema nervoso...” Qualquer mudança que essas vibrações causem se estendem à mente de uma pessoa e também à atmosfera circundante, causando calor ou frio. Tudo isso pode ser conhecido e demonstrado através da prática.
            O conhecimento redescoberto da ciência do som mostra que o som é algo além de meros sinais vibratórios O som não só interage com a vida como também a mantém e desenvolve. Ele age como um condutor da intenção consciente entre as pessoas, sociedades e civilizações inteiras. Entretanto, a doença psíquica que experimentamos devido à dominação do nosso falso ego está refletida no coletivo. Nossa cisão psicológica nos impede de nos comunicarmos corretamente com nosso EU interior, que é exatamente como as células cancerígenas operam em nosso corpo. No coletivo, criamos uma barreira linguística entre a humanidade e o resto da natureza, agindo como um câncer global.
            Historicamente registrada, a eficácia das línguas antigas foi profundamente erradicada. A tradução alfanumérica do hebraico para o inglês apresenta um reverso total das duas línguas, provocando resultados antinaturais nos efeitos cimáticos.
            O doutor Lenon Orwell afirma em seu trabalho sobre o DNA: “…um terço do córtex motor-sensorial do cérebro se dedica à língua, à cavidade oral, aos lábios e à fala”. Em outras palavras, as emissões orais de frequência faladas ou cantadas exercem poderoso controle sobre a vida, vibrando genes que influenciam totalmente o bem-estar e até mesmo a evolução das espécies. Demonstra-se nesse caso que a degradação de uma língua afeta a biologia.
            Se algo tão básico e importante como a linguagem pode ser degradado e desvalorizado a tal ponto sem que seja questionado, o que mais não estamos vendo?
            Pense em um aspecto da sua vida que dita os limites da sua liberdade. O governo e a aplicação das leis, seguros e indústrias farmacêuticas, impostos, alvarás de construção, carteira de habilitação e muito mais. Existem centenas, senão milhares de estipulações, regulamentações e limites para nossa liberdade. E de todas essas que foram mencionadas agora, quantas você já pesquisou para descobrir se aplicam-se a você ou não?
            Vamos olhar para as formas de lei com as quais concordamos atualmente.


A LEI

          Uma concepção errônea entre as pessoas é de que qualquer regra ou regulamentação que as rege cabe em uma única categoria, “a lei”. Mas há muitas outras formas de lei que as pessoas obedecem, sem perceber que elas, simplesmente, não se aplicam a elas.
            Outro falso juízo é o de que uma constituição nacional nos concede nossos direitos.
            Uma constituição não faz nada além de listar os direitos que já possuímos.
           Nascemos com direitos inalienáveis, concedidos a nós pela Fonte Creadora. Eles não foram dados a nós e não podem ser repassados para os outros. O máximo que alguém pode fazer com um direito é escolher entre exercê-lo ou não.
            A Lei Marítima do Almirantado é conhecida como a lei da água. Ela é suplantada pela lei civil e somente se aplica àqueles que se submetem voluntariamente a ela. A definição da Lei do Almirantado é um conjunto de leis internacionais particulares regendo as relações entre instituições privadas que operam embarcações marítimas. Vamos ver como e porque um tipo de lei que moldou corporações administradas, negócios e embarcações impôs suas regras sobre os seres humanos.
            Isso é feito através de uma forma de truque com palavras. Uma simples perversão da linguagem permitiu que pessoas ao redor do mundo fossem convencidas que essas leis alternativas se aplicavam a elas.
            Uma das crenças predominantes na cultura moderna é a de que licenças, alvarás, registros e outras formas de documentação são necessários para operar veículos, usar vias públicas, construir estruturas e estabelecimentos, começar um negócio e muito mais.
            Tristemente, essas crenças se baseiam em pouca ou nenhuma investigação e são falsas. Essa estrutura de crença é perpetuada pela Lei Marítima do Almirantado.
            Esse tipo de lei foi criado originalmente para regulamentar navios que aportavam em nações estrangeiras para a importação ou exportação de produtos e recursos. Ela se refere a questões bancárias e mercantis, não questões civis.
          Quando um produto é retirado de um navio e desembarcado em terra estrangeira, esse país guarda a custódia dos recursos e o registra com uma certidão. Esse certificado marca a data de nascimento desse produto sob a custódia da respectiva nação.
           Pense sobre por que é supostamente necessário possuir uma certidão de nascimento em primeiro lugar.
            O dicionário Barran’s de termos bancários define certidão como um documento que estabelece reivindicação de propriedade. Então aqui percebemos que todos que possuem certidão de nascimento são definidos como propriedade.
            Propriedade de quem?
            As pessoas são usadas como caução com outras nações porque os EUA estão falidos. Os Estados Unidos abriram falência em 9 de março de 1933. A partir dali, os EUA começaram a tomar empréstimos de uma corporação afiliada não-governamental e privada, chamada “Federal Reserve”.
            Sem dinheiro para saldar os empréstimos, os Estados Unidos começaram a usar os cidadãos como caução. Todas as certidões de nascimento e casamento são literalmente notas fiscais.
            Veja a semelhança entre uma nota fiscal e uma certidão de nascimento.
            Ambos os documentos têm data de emissão, um número de série, número de registro ou de recibo, uma descrição do produto, e um informante autorizado para notificar a agência governamental apropriada. Como todas essas informações prontamente disponíveis, a maioria das pessoas desconhece seu envolvimento com a Lei Marítima do Almirantado. Isso é possível através da manipulação da linguagem.
            Essa Lei do Almirantado altera o significado da palavra “Pessoa” de uma pessoa natural e viva para uma corporação.
            Carteiras de motorista, registros de veículos, formulários de seguro, alvarás de construção, licenças para porte de armas, carteiras de trabalho, comprovantes de impostos, certidões de nascimento e óbito, multas de trânsito e muitas outras formas de documentação que já foram tidas como absolutamente necessárias só se aplicavam a pessoas ou corporações.
            Ao assinar tal documento legal, você está indiretamente abdicando de seus direitos sob a constituição e reduzindo seu status ao de uma corporação que é criada com um nome igual ao seu. O único modo de dissociar seu nome verdadeiro do nome da corporação é perceber que a corporação tem seu nome registrado somente em maiúsculas. Isso é conhecido como ‘Capitis Diminutio Maxima’.
            Você pode observar que sua carteira de motorista, certidão de nascimento, cartão da previdência, cartões de seguro e outros usam somente maiúsculas para representar legalmente a corporação que possui seu nome, e não você.
            A corporação é conhecida como pessoa artificial, enquanto você, ser humano, é conhecido como pessoa natural.
          Esse engodo vai ainda mais longe quando se trata dos tribunais a que comparecemos. Ao ir ao tribunal, você perceberá que há assentos para as testemunhas atrás de uma cerca ou barreira de madeira. O réu deve atravessar da entrada até o outro lado da barreira onde o querelante e o juiz se sentam. Este ato simboliza o embarque em um navio. A partir daí, os negócios podem ser conduzidos dentro da Lei Marítima do Almirantado. O juiz, atuando como capitão ou banqueiro, é responsável por estabelecer o equilíbrio entre os dois lados. É por isso que sempre há um valor monetário envolvido em qualquer caso jurídico. O capitão está lidando simplesmente com disputas bancárias e mercantis. Uma vez que o saldo é quitado, o caso é encerrado.
            Para desviar o caso da Lei do Almirantado, na qual seus direitos não são protegidos, você deve evitar concordar em representar a pessoa artificial. Isso é feito declarando que você é uma pessoa natural. Você não tem um nome ou sobrenome, pois isso implica um título corporativo. Em um caso de tribunal, você pode declarar que a corte está legalmente ciente de sua condição ao prestar o juramento.
            Todo juiz deve prestar um juramento para praticar o Direito. Entretanto, você deve esclarecer para a corte e para o júri que o juiz está agindo como juiz, e não banqueiro.
            Lembre-se que você é um ser humano natural da Terra. Você não é governado por nada além da sua consciência.
            Leis são criadas dentro de uma sociedade. A sociedade que criou as leis que vemos sendo aplicadas hoje é chamada de sociedade legal. E a parte mais bonita de toda essa enganação, é o fato de que você não é parte da sociedade legal, logo suas leis não se aplicam a você.
            Juízes, advogados, e oficiais que aplicam a lei, todos são parte de uma sociedade. Nessa sociedade, eles criaram sua própria linguagem, que é enganosamente parecida com o inglês. Eles têm essas coisinhas chamadas de estatutos, atos e regulamentações que parecem leis, mas elas só se aplicam a aqueles dentro dessa sociedade. Isso significa basicamente que todas as infrações de trânsito, restrições por idade, e tudo mais, exceto danos a terceiros ou à propriedade deles, não se aplicam de fato à pessoa natural.
            As leis só se aplicam à sociedade legal.
            O jogo que jogamos é uma ilusão.
            Você pode simplesmente escolher abrir os olhos e reivindicar a liberdade com que você nasceu, restrita por nada senão os limites de sua imaginação.
            Esses são alguns exemplos de como garantir que seus direitos sejam protegidos.
            De longe, a linha de defesa mais importante contra esse engodo, é estar ciente da perversão da linguagem e estar absolutamente ciente de como você forma suas crenças e conceitos.
            Na religião e na política, as crenças e convicções das pessoas são quase sempre adquiridas de segunda mão, sem investigação, de autoridades que não examinaram a questão a fundo, mas sim as tomaram de segunda mão de outros que não as examinaram, cujas opiniões sobre elas não valem sequer um tostão.
            Em todas as formas de perversão da linguagem, há um reflexo espelhado delas no microcosmo da psique. E o problema que vejo na humanidade de hoje é que não mais nos conhecemos verdadeiramente.
            Temos o emprego em horário comercial, temos a casa, os filhos, as contas, a TV, os hobbies, e as tarefas que realizamos todo dia, e eventualmente começamos a acreditar que isso é o que somos. Mas quem está por trás dos cargos corporativos, por trás do status de “Mãe” ou “Pai” "Teísta" ou "Ateu", "Republicano" ou "Democrata" "Negro" ou "Branco", "Homem" ou "Mulher"? Quem somos nós? Quem somos nós lá no fundo?
            Não sabemos. Porque cada vez que ouvimos uma resposta que não queremos aceitar sobre nós mesmos, nós a negamos, nós a ignoramos e projetamos em outra pessoa e a julgamos por isso.
            Isso é repressão, e nós vemos o que a repressão pode fazer conosco enquanto indivíduos, mas e no nível coletivo, da Humanidade? O que acontece quando o mundo inteiro se recusa a ver o que somos verdadeiramente por dentro?


PSIQUE

            Carl Jung descobriu que existe um inconsciente coletivo conectado a todos os humanos, o que significa que toda a humanidade compartilha uma única mente. Isso fica evidente no mundo através de relatos de mitologia e símbolos compartilhados, o estudo dos campos mórficos, e a ciência da cinesiologia.
            Essa coletividade é um exemplo global da mente inconsciente do corpo humano, no qual trilhões de células compartilham um sinal similar. Esse parasita, chamado de nosso falso ego, requer um fluxo constante de alimentação para sobreviver. Comida, combustível e qualquer outra forma de alimentação são energia. A consciência humana é um campo eletromagnético de energia. Quando essa energia potencial é utilizada ela libera energia cinética, que é utilizada para perpetuar o falso ego. Esse cenário ocorre desde os menores organismos parasitas, até o organismo coletivo chamado de “Humanidade”. Um parasita libera substâncias que fazem o hospedeiro precisar do alimento que o parasita precisa para sobreviver. Enquanto o hospedeiro não souber, vai continuar alimentando o parasita e passando fome. De modo similar, Wilhelm Reich afirmou que sociedades inteiras sofrem de uma psicose causada pela inanição de nossos impulsos biológicos orgânicos. Ele afirma que “a repressão sexual apoia o poder da igreja, a qual enraizou-se profundamente nas massas exploradas através da ansiedade sexual e da culpa. Isso gera timidez diante da autoridade e prende filhos aos pais. Isso resulta em subserviência adulta à autoridade do Estado e à exploração capitalista. Isso paralisa o poder crítico das massas oprimidas porque consome a maior parte de sua energia biológica. Finalmente, isso paralisa o desenvolvimento resoluto das forças criativas e torna impossível alcançar todas as aspirações de liberdade humana. Deste modo o sistema econômico vigente, no qual um único indivíduo pode facilmente controlar massas inteiras, torna-se enraizado nas estruturas psíquicas dos próprios oprimidos.
            O que Reich estava demonstrando nessa citação poderosa era que em um nível coletivo, a supressão de uma função natural, seja biológica, espiritual ou emocional, resultará em uma reação anormal, uma doença psíquica. Esse mal ou doença se reflete nas massas através do inconsciente coletivo e age como uma epidemia.
            A humanidade está infestada com a incapacidade de ser livre, o que significa que as pessoas e as massas não são capazes de governar a si próprios no nível psíquico, e isso se manifesta no macrocosmo como o governo e poderes religiosos organizados, abrindo assim o trono, nosso trono nacional e individual, para qualquer um e qualquer coisa.
            Entram os governantes infames da Terra, os patriarcas da civilização... Ditaduras políticas, sociais, econômicas e espirituais, tirania psíquica. Esta simples doença em nossa psique, essa falta de responsabilidade e negação da liberdade básica humana abriu caminho para cada tirano que já exerceu poder sobre as pessoas nesse planeta.
            A humanidade está presa no ciclo do medo, da apatia e do ódio.
       Esses instintos humanos guiam sistemas políticos hierárquicos e burocracias que frequentemente limitam o desejo básico humano de busca da felicidade.
      Uma sociedade cuja base é o medo, a apatia e o ódio, cria um sistema que fundamentalmente afeta a felicidade do indivíduo. Ela reprime o desenvolvimento individual e mantém um padrão comportamental cíclico de superioridade e inferioridade e uma sociedade de classes baseada em ideais falsos. Mas esses tiranos opressores que são demonizados pelas massas não são diferentes de nós. Na verdade, eles são um só conosco.
            No livro O Profeta”, de Khalil Gibran ele afirma poeticamente: “digo-lhes que assim como o santo e o justo não se elevam acima do mais alto que há em cada um de vocês, também o iníquo e o fraco não podem descer abaixo do que há de mais rasteiro em vocês. Cada um de nós tem a capacidade de cometer o mais horrível dos pecados  ou demonstrar a mais bela compaixão por nossos semelhantes”.
            Essa é a mais verdadeira definição da doença que há na psique e alma do homem, pois lutamos não contra aqueles de carne e osso, mas sim contra principados, contra poderes, contra líderes das trevas desse mundo, contra a maldade espiritual nos altos postos.
            Pense em qualquer posição de poder que você acredite estar acima de você... Famílias reais, líderes governamentais, as Nações Unidas, organizações financeiras, monopólios corporativos e gigantes da mídia. Essas são todas facetas de nosso falso ego.
Elas são o advento físico de nossa própria doença. Elas exigem nossa participação consciente, nossa energia consciente para sobreviver, porque sem nossa cooperação, sem que forneçamos o alimento da cumplicidade eles passam fome.
            A natureza deles depende de nosso desejo de sermos governados. E um sintoma típico da doença da humanidade de hoje é a negação contínua da nossa doença.


REPRESSÃO

            Nós reprimimos consistentemente as qualidades que escolhemos não aceitar em nós mesmos. Por isso é tão difícil enxergar o falso ego e suas múltiplas manifestações como realmente são.
            Uma nação pode sobreviver a seus tolos, e mesmo aos ambiciosos. Mas não resiste à traição de seus filhos.
            Essa é exatamente a natureza do falso ego, ele age como um chamariz que nos distrai da liberdade que temos de fato.
            Para esse parasita psíquico sobreviver, ele deve nos suprir com uma substância que nos tornará dependentes dele. Nesse caso, o alimento é nossa energia consciente, e para alimentarmos o parasita, a substância do medo faz a humanidade ansiar por proteção e defesa.
            As funções corporais para sobrevivência podem ser divididas em duas funções básicas para qualquer organismo sobreviver: “você deve ser capaz de crescer, manter-se, cuidar de sua estrutura biológica, mas também deve ser capaz de se proteger, pois se você está apenas crescendo, mas não pode se proteger, você vira a comida de alguém”. Logo, a sobrevivência envolve um equilíbrio entre crescimento e proteção.
            Através da história da civilização e da evolução humana reconhecemos que nossa natureza é estar em estado de crescimento e que nossa proteção só deve ser usada para nos ajudar a escapar de um momento ameaçador.
            Você não pode crescer e se proteger ao mesmo tempo.
            Isso significa que… quando vemos a necessidade de proteção os hormônios do stress contraem os vasos sanguíneos em nossos órgãos internos, que são a parte do corpo que cuida do crescimento. Bem, a questão é: se você tirar o sangue das vísceras e movê-lo para os braços, você não deixa sangue nos órgãos, ou seja, nenhum crescimento. Mas você está pronto para lutar. E quando você acaba de lutar, seu sangue retorna aos órgãos internos e você volta a crescer.
            Porém, o mundo em que vivemos hoje está 24 horas por dia sob o medo. Assim, temos um fluxo constante desse hormônio do stress no nosso corpo. Ele está circulando o tempo todo, nos preparando para correr, lutar ou fugir a qualquer momento… Estamos prontos… porque estamos a postos.
            Bem, o problema é, o que isso tem a ver com sua alocação de energia?
            Acontece que estamos gastando a maior parte de nossa energia com proteção.
            Você não pode sobreviver se está se protegendo o tempo todo.
            Se o parasita pode controlar a natureza do medo, ele pode criar entre nós um medo do qual só ele pode nos proteger.
            Uma manifestação física recente disso vem de Zbigniew Brzezinski, ex-secretário de Estado, que também apoiou o presidente Barack Obama.
            Em seu livro, O Grande Tabuleiro de Xadrez, ele afirma: “à medida que a América se torna uma sociedade cada vez mais multicultural, pode tornar-se mais difícil chegar a um consenso sobre questões de política externa, exceto na circunstância de uma ameaça externa direta, massiva e amplamente percebida”.
            Mesmo o Reichsfuhrer do partido nazista, Hermann Goring, resumiu esse jogo de oferta e demanda perfeitamente ao dizer: “as pessoas sempre podem ser levadas ao controle dos líderes, isso é fácil. Tudo que você tem a fazer é dizer a elas que estão sendo atacadas, e denunciar os pacifistas por falta de patriotismo e exposição do país ao perigo. Funciona do mesmo modo em qualquer país”.
            Também funciona assim na psique de cada indivíduo.
            Lembre-se que o falso ego só possui um desejo - tornar-se maior e mais poderoso que o verdadeiro EU.
            Essa doença nos faz crer que estamos separados de nossa natureza. Por isso vemos um crescimento na dependência da tecnologia. Por isso vemos tão pouca consideração pela Terra e pelo meio ambiente. Por isso vemos intolerância, racismo, machismo, e todas as outras formas de discriminação que levam à criminalidade, violência, guerras e finalmente à destruição global do organismo.
            Esse estado ininterrupto de medo, confusão e segregação em que nosso mundo parece viver é um sintoma do falso ego, que cria uma ameaça falsa.
            Se as pessoas baseiam suas identidades na identificação com a autoridade, a liberdade causa ansiedade. Elas precisam então, esconder a vítima que há em si mesmas, recorrendo à violência contra os outros.


SÍMBOLOS

            Muitos dos presidentes dos EUA tinham laços sanguíneos.
            A linhagem Bush tem ligações familiares com um grande número de ex-presidentes.
George Washington, Millard Fillmore, Franklin Pierce, Abraham Lincoln, Ulysses Grant, Rutherford Hayes, James Garfield, Grover Cleveland, Theodore Roosevelt, William Taft, Calvin Coolidge, Herbert Hoover Franklin Roosevelt, Richard Nixon e Gerald Ford.
            Michael Tsarion aponta em seu trabalho que Bush está proximamente relacionado com qualquer monarquia europeia, ocupando o trono ou não, e tem parentesco com todos os membros da família real britânica.
            A árvore genealógica dos Bush pode ser traçada até o início do século XV. Ele tem descendência direta de Henrique III e da irmã de Henrique VIII, Mary Tudor. Ele também descende de Carlos II, da Inglaterra.
            Também descobrimos que George W. Bush é um descendente direto de Deusfroi de Bouillon, que foi o primeiro rei de Jerusalém depois de tê-la recuperado dos sarracenos, termo usado para definir a fé muçulmana na Idade Média.
            É interessante notar que a ocupação atual dos EUA no Oriente Médio foi restabelecida pela mesma família: George Bush pai em 1991 e George Bush Jr. em 2003.
            Também se descobriu que George W. Bush é primo de ambos os candidatos de oposição em seus dois mandatos – Al Gore e John Kerry.
            O presidente democrata Barack Obama também tem laços de sangue com George W. Bush assim como Gerald Ford, Lyndon Johnson, Harry Truman, James Madison e o primeiro-ministro britânico Sir Winston Churchill.
            Do outro lado do pleito presidencial de 2008, está John McCain, descendente de Robert De Bruce, Rei William I da Escócia, e também de Deusfroi de Bouillon. E, provavelmente, uma das facetas mais interessantes das relações familiares, é o fato de que toda a família real britânica descende do profeta muçulmano Maomé através dos reis árabes da Sibila.
            Essa linhagem passou pelos reis de Portugal, Castela, e finalmente até o rei Eduardo IV.
            Essa é uma história bem diferente da que você ouve a mídia propagando todo dia.
            Essa ideia de superioridade linear… ela é completamente ridicularizada de acordo com a autoridade mais eminente da linhagem aristocrática – o Burke's Peerage.
            Isso serve para mostrar que existe uma história verdadeira e uma ilusão fabricada, a máscara, que é oferecida ao público.
            Esses laços de sangue se estendem longamente e estão documentados pela literatura, como o Burke’s Peerage, e outros livros equivalentes.
            A questão de tudo isso é que encontramos não só as mesmas pessoas, mas o mesmo propósito nessas pessoas, que vêm mantendo altos postos na monarquia, dinastia, aristocracia e democracia, no passado e no presente.
            Todos eles estão relacionados por um vínculo físico e simbólico.
            Essa linhagem carrega o símbolo de nossa doença. Pois desenvolver uma auto-imagem, mais ou menos precisa… é simplesmente obter uma percepção ampla dessas facetas de si mesmo, que você não sabia que existiam.
            Essas facetas são facilmente identificadas porque aparecem como sintomas…


SINTOMAS

            Os sintomas de nossa doença psico-espiritual são as guerras, ataques terroristas, desastres naturais ou causados pelo homem e figuras de liderança.
            Enquanto as pessoas continuarem ignorando seus impulsos internos e sua natureza interior, elas nunca vão conseguir reconhecer porque esses eventos ocorrem, e porque essa figuras chegam a posições tão poderosas.
            O motivo porque falhamos por milhares de anos em vencer esses governantes arquetípicos, é porque por milhares de anos estamos combatendo os sintomas de uma doença, mas não sua causa profunda. Pois para cada governo corrupto que cai pelas mãos de um povo revolucionário e oprimido, outros dois sempre surgirão em seu lugar.
            A causa original de um governo corrupto não está no indivíduo que controla aquele governo. Ela está na psique de cada indivíduo.
            O hospedeiro desavisado de um parasita mortal fará de tudo para evitar a aceitação de sua incapacidade de ser livre.
            As pessoas farão de tudo, não importa o quão absurdo, para não encarar sua própria alma.
            Estamos tão privados de sanidade nesse mundo, que os poucos que simplesmente param de se projetar nos outros, e começam a encarar seus próprios demônios, são vistos como neuróticos.
            Um artigo escrito nos anos 50 dizia que estudos comprovavam que indivíduos que haviam sido isolados de seu ambiente familiar, social e cultural se tornavam neuróticos. Isso mostra que quando aqueles indivíduos não tinham um objeto com o qual identificar suas emoções mais obscuras, eles começavam a ver as coisas em si mesmos, que eles se recusavam a reconhecer até então, e não sabiam porque elas apareciam e como lidar com elas.
            Encarar nosso verdadeiro EU é algo virtualmente desconhecido no nosso mundo atual. É por isso que não importa quantas civilizações ascendam e caiam, é a nossa consciência coletiva que cria nosso aparelho governamental, não os indivíduos.
            A definição de insanidade é fazer a mesma coisa continuamente e esperar resultados diferentes. - Albert Einstein
            E depois de incontáveis tentativas, você deve imaginar que as pessoas perceberiam que uma retaliação física pode não ser a solução.
            E mesmo assim, aqui estamos… milhares de anos depois, com tecnologias que podem clonar o DNA, veículos que podem quebrar a barreira do som e investigar os confins do universo, e uma ciência que pode superar quase qualquer doença, mas ainda incapazes de perceber a importância dos pensamentos e da consciência.
            Essa é a verdadeira definição de insanidade.
            E cada um de nós é responsável por essa epidemia psíquica, pois estamos matando o mensageiro sem prestar atenção à mensagem.


O EU

            Nos anos 90, três cientistas premiados com o Nobel de medicina realizaram pesquisa avançada que revelou que a função primária do DNA não é a síntese proteica, como se acreditou largamente no século passado, mas sim a recepção e transmissão de energia eletromagnética.
            Menos de 3% das funções do DNA envolvem fabricação de proteínas; mais de 90% de suas funções estão nos campos da bioacústica e da sinalização bioelétrica.
            Por que é tão importante saber que o DNA tem um papel na sinalização bioelétrica?
            O Instituto HEARTMATH descobriu que o coração e o cérebro mantém um diálogo contínuo de duas vias, um influenciando o funcionamento do outro. Apesar disso não ser muito conhecido, o coração envia muito mais informações para o cérebro do que o cérebro para o coração. Os sinais que o coração envia ao cérebro podem influenciar a percepção, o processamento das emoções e as funções cognitivas superiores. O coração também gera o mais forte campo rítmico eletromagnético do corpo, e isso pode ser de fato medido nas ondas cerebrais das pessoas ao nosso redor.
            Somos literalmente uma expressão eletromagnética de nossas mais altas funções cognitivas.
            O comportamento do eletromagnetismo é evidenciado pelo mundo como dualismo.
            Toda matéria contém uma carga positiva e uma negativa, o que significa que organismos são criados a partir desse princípio. A homeostase natural de qualquer organismo e o equilíbrio entre ambas as polaridades.
            Além disso, pesquisas sobre energética emocional mostram que o campo do coração é um portador de informações emocionais e um mediador da comunicação bio-eletromagnética, dentro e fora do corpo.
            Pesquisas indicam que o campo do nosso coração muda significativamente quando experimentamos emoções diferentes. Isso está registrado nos cérebros das pessoas à nossa volta e aparentemente é capaz de afetar células, a água e o DNA estudado in vitro.
            O medo, a substância fornecida por um parasita coletivo, cria um sinal bioelétrico distinto, emitido pelo hospedeiro. Esse sinal é disseminado para os organismos em nossa comunidade, e se estenderá por todo o organismo, a menos que seja contrabalançado por uma força contrária.
            O Dr. Fritz Allan Poe descobriu que as células em nosso corpo se comunicam através de bio-fótons, que são minúsculas partículas de luz e unidades individuais de um campo eletromagnético. Esse sistema de comunicação em nosso corpo também existe entre as pessoas e é o que se conhece por ressonância mórfica.
            Isso era sabido pelos xamãs, sábios e iniciados da antiguidade. Esses ensinamentos eram um lugar comum em culturas pré-históricas.
            Não era por mero acaso que expressões artísticas e rituais eram a pedra angular de todas as civilizações antigas. A arte era usada como um método pessoal de exercitar o conteúdo sombrio da psique e trazê-lo para a mente consciente. Isso era visto literalmente como terapia psíquica.
            Os rituais se baseavam em datas astrológicas.
            Como já vimos, o estudo dos astros reflete nossa própria astropsicologia.
            Os xamãs realizavam rituais em datas astrológicas que se relacionavam com um ritmo circadiano ou ciclo psicológico. Esses rituais mantinham os humanos participantes conscientes de seu EU interior e evitavam a repressão de conteúdo psicológico.
            Enquanto as pessoas encaravam seus demônios interiores e os aceitavam como seus, elas não os projetavam coletivamente no mundo físico.
            Se você exprimir o que há dentro de você, aquilo que você expõe vai salvá-lo.
            Se você não exprime o que há dentro de si, o que você não expõe vai destruí-lo.
            A progenia de nossa doença psicológica, começou a crescer rapidamente depois que uma série de catástrofes forçou o coletivo a um estado estático de luta ou fuga. Isso reduziu a imunidade da população introduzindo um estado de imenso stress. Nosso corpo se torna mais suscetível à doença sob stress.
            Desse modo, a Humanidade adoeceu quando continentes inteiros foram engolidos pelas águas da inundação.
            Isso separou muitas tribos, líderes e civilizações de seus lares, e suas práticas rituais, que eram usadas como um canal de bem-estar psíquico, foram postas de lado para se sobreviver à catástrofe e buscar novos lares.
            Os xamãs se espalharam por muitas novas áreas do mundo e essa informação se perdeu.
            Fizeram-nos acreditar que, civilizações avançadas como o Egito antigo e os Maias da América Central, surgiram sem nenhum vestígio rudimentar prévio ou evidência do desenvolvimento de artefatos intelectuais para levá-los a seu auge.
            Fizeram-nos acreditam que seus conhecimentos inacreditáveis de matemática, astrologia, agricultura, economia, política e arquitetura vieram do nada… Isso leva muitas pesquisas atuais a entender que as origens dessas civilizações foi omitida.
            Não é surpreendente, que a força que levou à supressão desse conhecimento, tenha vindo exatamente da mesma linhagem sanguínea de líderes políticos e religiosos citados previamente.
            Essas são algumas das famosas queimas de livros e desaparecimento de textos importantes em nossa história. Mesmo depois de toda essa supressão, ainda há resquícios da dispersão de civilizações mais antigas em quase todos os países.
            Há enormes evidências de que culturas antigas visitaram a América do Norte muito antes da crença convencional na colonização europeia.
            Barry Fell diz em seu livro "America a.C.": “há inscrições antigas sendo agora reportadas em várias partes dos EUA, Canadá e América Latina... escritas em várias línguas europeias e mediterrâneas em alfabetos que datam de mais de 2500 anos atrás”.
            William Comynus Beaumont escreveu: “...as civilizações tolteca e maia não se originaram em solo americano, mas apareceram lá plenamente desenvolvidas, com uma arte bem-definida e um sistema de escrita hieroglífica, que possui afinidades com a egípcia.
Constatou-se que há milhares de sítios pré-históricos em todo o estado da Nova Inglaterra, e vários outros estados do norte contendo inscrições, gravuras e elevações criadas por navegantes druídicos em torno de 100 a.C.
            Para omitir essa informação, era não apenas necessário que a linhagem sanguínea queimasse os textos documentados que continham as verdadeiras informações históricas, mas, também, que eliminasse as culturas que derivaram desses xamãs antigos.
            O genocídio mais devastador já perpetrado, foi e ainda é, a aniquilação de tribos xamânicas.
            Perdemos nossas raízes tradicionais e nada sabemos sobre rituais.
            As danças do dragão e as danças dos fantasmas dos índios nativos americanos...
            Do que você acha que isso se tratava? Todos os xamãs do mundo... Quando eles fazem seus rituais, eles estão fazendo aquilo, seu trabalho, harmonicamente, através de danças, para fortalecer o sistema imunológico da Terra, mas todos eles foram assassinados.
            Foi por isso que no século XVII, exatamente o mesmo período de que estou falando, houve uma ordem geral para que sempre que você encontrasse povos indígenas, eles deveriam ser extintos.
            Colombo foi enviado em sua expedição junto com agentes da coroa, para perturbar a vida dos nativos e tomar recursos minerais. Ele visitou cada ilha do Caribe, extraindo todo o ouro e levando escravos da tribo nativa tanto quanto fosse possível. Cinco milhões de nativos foram assassinados em 3 anos, de acordo com Leah Trabich. Em 15 anos, a tribo Arawak de 250 mil pessoas foi extinta.
            A população dos EUA antes do contato com os europeus era de mais de 12 milhões.
Quatro séculos depois, esse número foi reduzido em 95%, para 237 mil.
            De 1494 a 1508, mais de 3 milhões de pessoas morreram com a guerra, a escravidão e a mineração.
            Quem nas gerações futuras vai acreditar nisso?
            Mesmo eu, escrevendo isso como uma testemunha ocular inteligente, mal posso acreditar... Meus olhos têm visto esses atos tão estranhos à natureza humana, e agora eu tremo quando escrevo.
            Outro agente da linhagem do falso ego foi Hernando Cortes, que dizimou a tribo asteca e saqueou seus recursos minerais.
            Foi o mesmo caso do primo em segundo grau de Cortes, Francisco Pizarro, que destruiu o império Inca no Peru.
            Essas atrocidades foram vistas na África, Nova Zelândia, Nova Guiné, Timor Leste e ainda são vistas hoje no Canadá.
            Isso foi uma tentativa intencional de enterrar qualquer sobrevivente remanescente do mundo antigo e nossa verdadeira história.
            É um erro ingênuo, contudo, categorizar e culpar tudo e todos os envolvidos com política ou religião por essa supressão de conhecimento. É apenas natural que as pessoas busquem compreensão espiritual quando faltam tantas conexões fabricadas e há perversões nos textos espirituais de hoje. Devido a essa ausência de sabedoria espiritual, pessoas honestas e corretas que estão simplesmente tentando entender seu lugar nesse mundo, tornam-se o principal mercado de consumo daqueles que desejam explorar essa vulnerabilidade, para ter poder suficiente para controlar nossas próprias vidas.
            Se olharmos para o movimento da Nova Era, por exemplo, é outra armadilha em meio a tudo isso, na qual as pessoas podem acabar de fato caindo. Eles estão buscando algo tão ruim que estão pegando todas essas coisas que são passadas para nós, ou para eles. Mas nada disso é baseado em qualquer compreensão real, isso ainda se origina em um tipo religioso de perspectiva.
            As pessoas estão genuinamente buscando algo novo, estão genuinamente buscando um novo tipo de espiritualidade seja para se melhorarem ou para mudar algo, mas isso está sendo desvirtuado.
            Na verdade, o que eles fazem é guiá-lo para um outro tipo de mentalidade grupal, ou uma religião da Nova Era, ou o que seja, e as pessoas continuam incapazes de se libertar disso e seguir sua própria jornada, seu próprio caminho, que é o importante nisso tudo.
            Cada um de nós é como uma personalidade esquizofrênica, tragicamente dividida contra si própria.
            Na era pré-cristã, houve cultos de poder inacreditáveis, com destaque para os cultos solar, saturnino, lunar e do cogumelo.
            É fácil entender que os adoradores do deus lunar seguiam o culto lunar.
            A adoração dos deuses solares indicava cultos solares.
            O culto saturnino, adotado pelos fenícios e cananitas adorava El, ou Ely.
            O êxodo bíblico dos hebreus que saíram do Egito mostra que eles chegaram a Canaã e fundiram o culto lunar de Ísis, o culto solar de Rá e o culto saturnino de El, para formar Isis-Ra-El - Israel.
            O culto e a mitologia dos antigos israelitas, a adoração a Javé, as lendas patriarcais, passagem pelo Egito, e assim por diante, estão enraizadas na religião do fungo sagrado, desenvolvida a partir da filosofia básica da fertilidade no Oriente Próximo antigo.
            A mitra judia, os turbantes muçulmanos e os quepes militares são derivações do símbolo do culto ao cogumelo. Entretanto, um dos primeiros e mais proeminentes cultos foi o culto estelar.
            Apesar de muitos desses cultos antigos terem sido criados com fins xamânicos e de cuidado com a Terra, alguns foram utilizados com propósitos diferentes.
            Como você deve imaginar, em qualquer estrutura de poder cultos menores se formaram dentro dos cultos principais para adorar deidades individuais.
            O culto a Mitras e o culto a Dionísio são dois exemplos.
            Mesmo hoje você pode ver o gorro mitraico ou frígio no símbolo do dólar da Estátua da Liberdade Sentada, nas forças armadas de muitos países, no lado reverso da bandeira do Paraguai, no selo do Senado americano, e mesmo no feriado do culto solar que hoje chamamos de Natal.
            No culto a Dionísio, eram celebrados muitos festivais, como a Grande Dionísia, celebrada em Atenas próximo do equinócio de primavera. O evento mais importante nesse festival era o concurso de Thaimela no qual poetas, músicos e artistas se apresentavam em um teatro ao ar livre. Músicos não precisavam pagar impostos, e membros da associação dos artistas não precisavam se envolver em assuntos militares.
            O culto a Dionísio ainda vive nos dias de hoje... Na forma da indústria do entretenimento.
            “A igreja católica é uma enciclopédia de cultos pré-históricos” - Friedrich Nietzsche
            O velho Testamento conta a história de como tudo foi se unindo.
            As dinastias da elite desses cultos ainda agem através de seus descendentes no mundo de hoje e são extremamente poderosos.
            Esses cultos ainda existem em muitas posições de poder de todo o mundo civilizado.
Entretanto, a função mais importante desses grupos é produzir o consentimento e a cumplicidade das pessoas.
            A mente consciente é a mente criativa, é aquela que tem sua identidade pessoal nela. Ela é quem realmente pensa. E há a mente subconsciente... Bem, não há uma entidade nela, a mente subconsciente é como um toca-fitas – ela grava o comportamento e com o toque em um botão ela ‘toca’ esse comportamento - é automático.
            É algo muito conveniente, pois não temos que ficar reaprendendo o tempo todo, uma vez que você sabe algo, pode criar um padrão.
            O problema é que os padrões básicos de crença e comportamento que estão programados na mente subconsciente vieram de nossos professores, principalmente de nossos pais, familiares e da comunidade. Logo, a maioria das pessoas mal consegue entender o quanto somos facilmente influenciados por nosso ambiente.
            Cada pessoa que encontramos, cada situação que enfrentamos, cada palavra que é dita na televisão. Isso pode não parecer muito influente para a mente consciente, mas seu inconsciente foi projetado especificamente para absorver cada sinal do ambiente, para influenciá-lo sem que você saiba.
            A questão é: estamos vivendo vidas conscientes ou inconscientes?
            Agora a neurociência nos diz que no desarrolar de nossas vidas apenas 5% de nossa vida é controlada por nossa mente consciente e 95% pelo subconsciente com programas de outras pessoas que foram instalados ali.
            O problema é que isso quer dizer que quando esses programas são executados, nós não os vemos.
            E os céticos se sentam e dizem: “Consciência? Arquétipos? Astrologia?
            Não, não, nós criamos coisas com nossas mãos, e não nossas mentes. Arquétipos não são físicos, eles não podem me influenciar.
            O que não percebemos é que países inteiros, civilizações inteiras que pensam ser livres e independentes, mas estão inconscientemente amedrontados demais para serem livres e independentes vão implorar para serem governados.
            Se eles não podem fazer isso por si mesmos, quem você pensa que vai, consciente ou inconscientemente, assumir essa responsabilidade? Isso acaba sendo feito pela forte figura arquetípica do animus masculino.
            Quando pensamos estar em perigo, não procuramos nossa mãe para nos alimentar, nós queremos que nosso pai nos proteja. E convenientemente, na era do medo,  essa era da catástrofe, a era do parasita, vemos a dominação masculina.
            Um dos principais meios de abrirmos mão de nossa responsabilidade e de nossa energia consciente é o dinheiro.
            Certamente, não queremos admitir que nossa dependência do dinheiro seja uma falha, pois isso significaria que a falha está em nós mesmos, e Deus nos proibiu de assumir a responsabilidade por nossas vidas... então culpamos o dinheiro.
            Esse é o alicerce de toda a ilusão que está sendo criada ao nosso redor pelo falso ego. Diz-se que o dinheiro é a raiz de todo o mal. Porém, ele não pode ser mau, pois o dinheiro é só um símbolo. Símbolos carregam somente a fé do espírito do observador. Isso significa que o símbolo do dinheiro evoca e acessa as intenções maléficas e a falha inerente do nosso falso ego. O dinheiro só existe porque concordamos em aceitar seu valor. Para ilustrar melhor nossa incapacidade de sermos livres, transferimos o controle de nosso dinheiro baseado na fé para uma corporação privada em vez do governo federal.
            Não existe uma lei que afirme que devemos usar as notas da Reserva Federal como moeda. Nós escolhemos fazê-lo, porque tememos as consequências: independência.
            Ninguém está mais terrivelmente escravizado do que aquele que acredita falsamente ser livre.
            A questão nem é mesmo o dinheiro, mas sim a energia, porque dinheiro é simplesmente essa coisa material que permite que bilhões de pessoas desejem uma só coisa e coloquem sua energia nessa mesma coisa.
            Não é a TV de plasma, ou a casa, o estilo de vida, ou o emprego ou quem você ama, ou o status que estamos buscando, pois sabemos que somos vazios.
            Essas pessoas sentem tristeza, solidão e vazio como todas as outras e elas até querem preencher esse vazio com o materialismo, porque pensam que isso vai lhes fazer sentir melhor, ou querem anestesiar o vazio com posses materiais.
            Então, tudo volta para esse sentimento de ter que colocar nossa dependência em uma fonte externa, algo sobre o qual não temos nenhum controle.
            É o que estamos assistindo agora, com toda a competição com o próximo, a destruição do próximo, as guerras, competição pela existência material, arrasando o planeta e destroçando-o para conseguir alguns pedaços, segurá-los em suas mãos e dizer que você venceu o jogo.
            Cada um desses movimentos é destrutivo não só para o planeta, mas para a civilização humana, pois a civilização humana prosperará através da cooperação e morrerá através da competição.
            Se você pensar a partir dessas verdades, você vai acabar chegando... na extinção que está diante de nós.
            Veja, todos nós temos demônios, por assim dizer, temos demônios internos em nossas vidas, mas esperamos ver monstros demoníacos ou aparições sombrias, quando pensamos em um demônio como os que vemos no cinema... Mas na verdade nossos demônios são as pessoas do nosso dia-a-dia, as pessoas com quem brigamos, as pessoas que invejamos ou odiamos, aqueles que ferimos física ou emocionalmente de algum modo. E isso não acontece porque invejamos ou odiamos as características dessas pessoas em especial, mas sim porque odiamos o fato de que elas nos lembram a nós mesmos. Elas refletem as qualidades em nós que gostaríamos de ter mais, ou as que nem sequer gostaríamos de ter.
            Então, o que fazemos?  Aliviamos nossa dor, não corrigindo ou enfrentando nossos próprios demônios, mas sim ferindo as pessoas que nos lembram de nossos demônios, ferindo as pessoas que nos lembram das coisas que não gostamos em nós mesmos.
            Quando ficamos frustrados com o fato de que não conseguimos controlar nossas emoções, porque não sabemos de verdade o que está afetando nossas emoções, descontamos isso nos outros, descontamos em qualquer outra coisa que possa nos expor, ou agir como um catalisador de nosso ódio. Então fazemos a mesma coisa com os animais – animais são perfeitos porque não podem se defender.
            É um catalisador perfeito para a auto-agressão, nossa confusão, nosso ódio...
            Desconte tudo em algo absolutamente indefeso.
            Apenas imagine o quão inconsciente de suas ações alguém tem que ser, para torturar, mutilar ou brutalizar qualquer coisa viva.
            Pense na falta de compaixão que você deve sentir em relação à vida de modo geral, para não sentir nenhuma semelhança ou solidariedade em relação a populações inteiras, que dirá a apenas indivíduos ou animais...
            Populações inteiras de espécies que são criadas especificamente com o propósito de serem uma mercadoria.
            Mas vou lhe dizer o que é ainda mais perigoso... não é tanto o fato das pessoas realizando essa crueldade, pois ela já está estabelecida. Essa forma de ódio e crueldade já está estabelecida e é conhecida. O que me preocupa mais são as pessoas que são contra a desumanidade, as pessoas que são contra a crueldade animal e se sentem corretas o suficiente para pensar que é justificável causar mal ou mesmo desejar o mal a essas outras pessoas. Essas são as pessoas que levam o comportamento de crueldade inconsciente, a um novo nível de crueldade inconsciente que lhes parece perfeitamente aceitável. Elas acreditam que é seu trabalho fazer justiça contra essas pessoas, como se elas fossem algum tipo de figura de autoridade. Essas são as pessoas que vão sofrer muito mais para entender porque guardam tanto ódio e ressentimento interiores. Eles não parecem perceber que essa é uma outra manifestação do mesmo ódio.
            Então, o que podemos fazer para encarar nossos demônios interiores de forma consistente?
            Quando começamos a perceber - “espere um minuto, talvez não seja certo causar mal a outras criaturas vivas” - aí o ego precisa criar uma forma mais esotérica de crueldade para nos iludir a demonstrar a mesma forma de auto-aversão,  a mesma atitude indignada, apenas de outro modo e em relação a outro grupo de pessoas. Mas o vazio encontrará um jeito de voltar e as pessoas começarão a se sentir inquietas novamente, não importa quantas vezes elas transfiram a culpa para outra pessoa ou para outro grupo.
            Precisamos do caos em nossas vidas, buscamos a destruição, imploramos por catástrofes, pois se não tivermos essas coisas para que sejam uma forma de exorcismo ou catalisador para nós, começamos a perceber essas coisas em nós mesmos e isso é o que não queremos.
            Veja, nós podemos lidar com a guerra, com o terrorismo, podemos lidar com a quebra do mercado de ações e da economia, nós conseguimos lidar com essas coisas. Mas uma vez que começamos a perceber o caos dentro de nós... isso é o que realmente tememos. Preferimos um milhão de Onzes de Setembro a um momento de percepção verdadeira do nosso auto-ódio.
            Estamos efetivamente destruindo a nós mesmos através da violência disfarçada de amor.
            Há muitas dores na vida, e talvez a única dor que pode ser evitada é a dor que vem da tentativa de evitar a dor.
            E você sabe que a parte mais interessante de tudo isso é... que nós encontramos coisas todos os dias. A cada dia em que nos aceitamos de braços abertos ou rejeitamos violentamente. A parte interessante não é realmente o que estamos aceitando ou rejeitando, mas sim o que há dentro de nós que nos faz sentir inclinados a uma certa coisa ou avessos a outra.
            Há esse comportamento dual fundamental de força ou fraqueza muscular, atração ou repulsa, e o interessante disso é que quando você percebe que a consciência, o entendimento, essa essência intangível que anima toda a matéria transformando-a no que vemos ao nosso redor como vida... É lá que você vai encontrar a origem desse comportamento de duelo.
            Isso foi explicado como a inspiração e expiração de Brahma.
            A contração e a expansão de Ariman e Lúcifer em um contexto antroposófico.
            As qualidades ativas e passivas da eletricidade, as qualidades masculinas e femininas, Yin e Yang, a Existência e o Nada, todos são meios de explicar o mesmo processo de comportamento que começa com o entendimento, com a consciência.
            Se você se desfizer de todas as imagens e conceitos em sua mente, desses dizeres na sua cabeça, e só tentar sentir a diferença entre as duas polaridades, você começará a perceber todos os cenários e possibilidades que estão ocorrendo no mundo, todos vindos dessa origem comum.
            Você vai encontrar um milhão de pessoas lhe dizendo porque a Bíblia é supostamente a palavra de Deus e que você deve segui-la literalmente. Mas você vai ver outro milhão de pessoas afirmando que ela é uma forma de controle mental e que não se deve acreditar em nada que está ali. Todos vão lhe dizer “Preste atenção a isso”, ou “Cuidado com aquilo” Essas informações são boas, essas informações são ruins e eu preciso perguntar: o que torna alguém uma figura com autoridade suficiente para dizer que algo está certo ou errado? E por que você está aceitando ou recusando algo baseado na influência de outra pessoa? Por que você mesmo não está tomando essa decisão?
            Informações são informações, não existe algo como boas ou más informações, o que existe é o que você faz com elas.
            Estou dizendo, deixe que tudo seja sua Bíblia, receba todas as informações, pessoas, eventos, cenários ou situações com uma mente honesta e aberta, pois a responsabilidade de reagir a tudo do modo que você escolhe é sua. Não seguir o rebanho, não seguir a convenção, a responsabilidade é sua.
            Esse é o momento em que não importa quantas pessoas lhe digam que você está certo ou errado, você não depende da aprovação delas.
            Se nós ao menos questionarmos nossos atos, questionarmos nosso modo de pensar e tomarmos uma decisão consciente em relação ao que consideramos certo, todos os dias...
            Isso é o que eu acredito que seja a Divindade.
            Isso é o verdadeiro Xamanismo.
            Isso, para mim, é verdadeiramente a sensação de estar vivo.
            Nesse universo consciente, não há leis da natureza, apenas hábitos.
            Não há nada externo ao universo que lhe imponha leis.
            A ilusão de uma lei da natureza estática é somente o resultado de não haver a necessidade de que esse hábito seja quebrado. Quando hábitos precisam ser quebrados para garantir a sobrevivência do organismo, vemos esse evento na natureza e o chamamos de Evolução.
            A mente coletiva molda nossa evolução, e um grande exemplo disso é o experimento realizado por John Karat em 1988.
            Sua equipe colocou células intolerantes a lactose em um ambiente em que só havia lactose como alimento.
            De acordo com a “Lei” da natureza, cada uma dessas células intolerantes deveria ter morrido. Surpreendentemente, todas sobreviveram.
            Cada uma delas entendeu o problema que estavam enfrentando, e substituíram a enzima lactase defeituosa por uma funcional para utilizar lactose como alimento.
            Se uma célula tem a habilidade de decidir como e quando evoluir porque está diante da extinção, tudo mais pode fazê-lo.
            As crenças existentes são de que o corpo humano é uma máquina bioquímica controlada por genes.
            Sendo assim, o comportamento, as emoções, e o caráter de nossa biologia, nossa saúde, nossas vidas são controlados por genes que nós não controlamos.
            Isso é o que foi ensinado às pessoas: você é uma vítima, os genes controlam sua vida, você não os escolheu, você não pode mudá-los, os genes com que você ficou programam o que irá acontecer.
            Minhas experiências com células-tronco, começaram em 1967... Eu isolava uma célula-tronco, colocava-a em uma placa de Petri e ela se dividia a cada 10 horas. Então peguei todas as células, dividi em 3 grupos e simplesmente coloquei-as em 3 placas de Petri. E então mudei o veículo de crescimento, os constituintes do ambiente em cada uma das placas.
            Em uma placa, as células formaram tecido ósseo, na segunda, formaram tecido muscular e na terceira formaram células adiposas.
            O que controlou o destino de cada célula?
            A primeira coisa que você tem que dizer é “espere, elas eram todas geneticamente idênticas quando foram colocadas na placa!” Logo, obviamente os genes não controlaram isso porque todas elas tinham os mesmo genes.
            O que mudou foi o ambiente.
            De repente minha carreira virou algo como - oh, minha nossa - aqui estou eu, ensinando que os genes controlam a vida, e as células estão me dizendo que os genes respondem à vida.
            Uma vez que você pode controlar essa resposta, você pode controlar sua vida.
            É como você interpreta o ambiente, como sua mente percebe o ambiente e se você entende isso, você pode se elevar à mais maravilhosa expressão nesse planeta, ser plenamente vivo e plenamente saudável, da mesma forma que você responde ao mundo.
            Diante de um colapso financeiro mundial, guerras políticas e religiosas que não cessam, e um sentimento crescente de estarmos perdidos e esvaziados de significado, existe uma grande quantidade de energia sendo enviada para a superfície da mente coletiva.
            A evolução não ocorre gradualmente, ela vem em saltos, ocorrendo devido a uma enorme necessidade do organismo de sobreviver.
            Chegamos agora a um ponto da história em que teremos que escolher. Teremos que escolher entre nos tornar soberanos ou permanecer dependentes.
            Encarar nosso verdadeiro EU, ou continuar lutando contra um fantasma.
            Ficarmos bem, ou permitirmos que essa doença se alastre.
            Viver... ou morrer.

            A ESCOLHA É SUA.

Fonte: Kymatica

2 comentários:

  1. Muito esclarecedor, Obrigada por compartilhar este conhecimento... me ajudou muito nas minhas pesquisas.
    Abraços

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Muito grato pela sua presença e participação.